sábado, 11 de junho de 2011

BARRAR NAS RUAS OS ATAQUES DOS GOVERNOS!

No RN o governo de Rosalba/DEM tem levado e estado ao completo caos. É o massacre ao funcionalismo público, é o desmonte mais acelerado dos serviços essenciais aos trabalhadores como saúde e educação.
A resposta que os servidores estaduais encontraram foi a GREVE. Rosalba responde dizendo não ter dinheiro para atender as categorias. Por isso é necessário a UNIDADE GREVISTA para que as pautas sejam atendidas.
No município Micarla/PV não é diferente. Por um lado tem penalizado a juventude, os trabalhadores e desempregados e por outro tem andado de braços dados com os empresários.  Os bairros sofrem com a falta de atendimento. A juventude e os trabalhadores já sentem na pele o acordo de Micarla com os empresários de transporte que levou ao aumento do valor da passagem.
A falência dos Estados atuais é resultado da crise mundial do capitalismo. A burguesia retirou dinheiro público e transferiu para os capitalistas que perderam com a jogatina especulativa. As dificuldades financeiras do Estado potiguar estão relacionadas com as dificuldades dos Estados europeus, com a falência dos Estados que está motivando as lutas populares no norte da África e Oriente Médio e com o corte de 50 bilhões no orçamento do governo federal de Dilma/PT, além da crise instalada com o repasse no Fundo de Participação dos estados.
O governo federal fez cortes no orçamento porque comprou o banco falido Nossa Caixa, enviou dinheiro para o FMI dividir com a oligarquia financeira, enfim mantem sua ajuda aos grandes grupos econômicos. O Estado do RN ficou sem dinheiro, a exemplo do governo federal, porque subsidiou os empresários hoteleiros. O corte de 45% do orçamento da UERN não foi suficiente para a ex-governadora Wilma (PSB) afastar a crise do Estado. O fechamento de hospitais e escolas é o exemplo mais claro dessa crise no governo do DEM.
Devemos utilizar toda nossa revolta e disposição de luta para organizar os Comitês de bairros na defesa das reivindicações dos trabalhadores e juventude. Não basta tirar Micarla e entregar o governo nas mãos do vice. Precisamos discutir os problemas dos bairros como desemprego, as chacinas à juventude desempregada, a falta de atendimento nos hospitais e postos de saúde, etc.
Os trabalhadores não suportam mais viver com a miséria salarial de R$ 545,00 aprovado pelo governo Dilma/PT, a juventude não tem perspectiva de emprego. Os serviços essenciais à classe trabalhadora estão sendo destruídos, os operários sofrem com a superexploração do trabalho enfim não temos outra saída que não seja defender a vida dos trabalhadores e derrotar a opressão dos governos federal, estadual e municipal.
Por isso empunhar nas ruas as bandeiras:
  • PASSE-LIVRE (GRATUIDADE)PARA ESTUDANTES E DESEMPREGADOS (Que as horas usadas para a produção sejam divididas entre todos aptos ao trabalho – assim ter-se-á uma jornada de trabalho compatível com o trabalho a todos)
  • EMPREGO A TODOS. ESCALA MÓVEL DE HORAS DE TRABALHO.
  • DEFESA DO SALÁRIO MÍNIMO VITAL. Que nenhum trabalhador receba menos do que o necessários para ter uma vida saudável (pelos nossos cálculos 3.800,00)
  • LUTA PELA IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PROTEÇÃO À JUVENTUDE OPRIMIDA. Jornada máxima de 4 horas no trabalho e o restante do tempo dedicado à escola e ao lazer.
  • ACESSO A TODOS A EDUCAÇÃO. FIM DOS VESTIBULARES E DO ENSINO PRIVADO  POR MEIO DA ESTATIZAÇÃO SEM INDENIZAÇÃO.
  • PELO DIREITO DE ORGANIZAÇÃO E MANIFESTAÇÃO DA JUVENTUDE, TRABALHADORES E DESEMPREGADOS.

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